Em nota oficial, hospital informou que uma profissional da Farmácia identificou diferenças na medicação durante a conferência e impediu sua utilização. Instituição afirma que encaminhou o caso para apuração e adotará medidas jurídicas.
O Hospital Unimed Araras divulgou, nesta quinta-feira (5), uma nota oficial para esclarecer o caso envolvendo um medicamento suspeito de falsificação, que ganhou repercussão após notícias divulgadas na imprensa.
No comunicado, a instituição afirmou que o medicamento suspeito não foi administrado a nenhum paciente do hospital. Segundo a Unimed, a irregularidade foi identificada durante os procedimentos de conferência da medicação, quando uma profissional da equipe de Farmácia percebeu diferenças no produto e impediu sua utilização.
Ainda de acordo com a nota, a profissional comunicou imediatamente a situação aos setores responsáveis, dando início aos procedimentos de apuração.
A instituição ressaltou que a identificação da suspeita de falsificação e o encaminhamento do caso para investigação ocorreram por iniciativa do próprio Hospital Unimed Araras.
Instituição anuncia medidas jurídicas
No posicionamento divulgado, a Unimed Anhanguera também lamentou a circulação de informações que considera incorretas e informou que está adotando as medidas jurídicas cabíveis em relação ao episódio.
A instituição reafirmou seu compromisso com a ética, a transparência e, principalmente, com a segurança dos pacientes.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de informações sobre a suspeita de falsificação de um medicamento destinado ao tratamento oncológico. Com o novo esclarecimento, o hospital busca destacar que o produto foi identificado antes de qualquer utilização em pacientes.
A manifestação oficial foi assinada pela Unimed Anhanguera, responsável pelo Hospital Unimed Araras.
Confira o posicionamento oficial:
“Em relação às notícias divulgadas em 5 de novembro de 2026, o Hospital Unimed Araras esclarece que o medicamento suspeito de falsificação não foi administrado a nenhum paciente da instituição.”
A instituição também informou que a identificação da suspeita ocorreu durante os procedimentos internos de conferência e que a profissional responsável impediu a utilização da medicação.
Espaço aberto para manifestação
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