Suspeito de matar vizinho se entrega à Polícia Civil

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Um jovem de apenas 20 anos se entregou ontem (28) à Polícia Civil e confessou o homicídio que cometeu na última sexta-feira (24) no Parque Tiradentes. O rapaz matou Derci Luiz Costa (46) à golpes de canivete após uma discussão.

O autor do crime estava foragido desde a data do crime, no entanto, segundo a Polícia, seu advogado já havia informado que ele iria se apresentar em breve e que colaboraria com as investigações.

A versão do crime, segundo o jovem, é de que ele teria se desentendido com a vítima por conta de barulho. Conforme apurado, Derci estaria gritando em frente à casa do rapaz, que por outro lado já possuía desentendimentos com a vítima.

O rapaz ainda conta que durante o desentendimento os dois começaram a luta corporal após ele ter sido atingido por um soco dado por pela vítima e que após isso vieram os golpes mortais. Derci foi atingido por 8 perfurações na região do pescoço efetuadas por um canivete, que inclusive foi entregue à Polícia.

Outra informação que chama a atenção é a não prisão do jovem em um primeiro momento, que se apresentando quatro dias após o crime acabou driblando juridicamente o flagrante, além disso o histórico criminal limpo do autor também contribuiu para a liberdade. O delegado titular ararense, Edgar Albanez, explicou a reportagem que embora o jovem seja o autor de um assassinato, ele não oferece riscos maiores à sociedade estando em liberdade até seu julgamento. “Ele foi indiciado por homicídio doloso e agora estou aguardando laudos periciais e mais provas sobre o caso, mesmo assim acredito que ele não ofereça um risco iminente à sociedade, é provável que eu não peça sua prisão, pois ele está colaborando com o caso”, explicou Albanez.

O julgamento para o caso do jovem ainda não possui data marcada, e caso ele seja condenado, o período de reclusão neste tipo de crime pode variar entre 6 a 20 anos, em regime semi-aberto ou fechado, dependendo da pena determinada.

Derci foi sepultado ainda na tarde de ontem (24) no Cemitério Municipal de Araras. A vítima não era casada, mas tinha uma relação e morava com sua amásia, inclusive na mesma rua em que foi morto.

Fonte: (Lucas Neri/Grupo Opinião)

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